VOZES POÉTICAS IBERO-AMERICANAS: COLÔMBIA E COSTA RICA / VOCES POÉTICAS IBEROAMERICANAS: COLOMBIA Y COSTA RICA

A Sociedade Partenon Literário

convida para a sessão de leitura

VOZES POÉTICAS IBERO-AMERICANAS:

COLÔMBIA E COSTA RICA

por

PAULO BACEDÔNIO

Sábado, 5 de novembro de 2011, a partir das 15:30h

Entrada Franca

5ª Feira do Livro da Sociedade Partenon Literário

Instituto Cultural Português
Rua Plácido de Castro, 154 – Azenha
Porto Alegre – Rio Grande do Sul
Brasil

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La Sociedade Partenon Literário

invita a la sesión de lectura

VOCES POÉTICAS IBEROAMERICANAS:

COLOMBIA Y COSTA RICA

por

PAULO BACEDÔNIO

Sábado, 5 de noviembre de 2011, a partir de las 15:30h

5ª Feria del Libro de la Sociedade Partenon Literário

Instituto Cultural Português
Rua Plácido de Castro, 154 – Azenha
Porto Alegre – Rio Grande do Sul
Brasil

Quarta Feira do Livro da Sociedade Partenon Literário

Programação:

– Exibição do Vídeo:
“LUCIANA DE ABREU, A PIONEIRA DO FEMINISMO EM PORTO ALEGRE” – Luciana de Abreu, primeira feminista do RS

– Vozes Poéticas Ibero-Americanas: Espanha e Honduras, com Paulo Bacedônio
– Bate-papo com Danci Caetano Ramos, autora de Tempo de Viver
– Bate-papo com Francisca Messa, autora de Ciranda de Amores

Patrono: António Soares – Presidente do Instituto Cultural Português

Quando: Sábado, 08 de outubro de 2011

Onde: Instituto Cultural Português
Rua Plácido de Castro, 154 – Porto Alegre – Brasil

Horário: Das 14 às 17 horas

Entrada Franca

– INFORMAÇÕES: (51) 8564-5281 c/Benedito Saldanha

O SONHO DOS SONHOS *

Quanto mais lanço as vistas ao passado,
Mais sinto ter passado distrahido,
Por tanto bem – tão mal comprehendido,
Por tanto mal – tão bem recompensado!…

Em vão relanço o meu olhar cançado
Pelo sombrio espaço percorrido:
Andei tanto – em tão pouco… e já perdido
Vejo tudo o que vi, sem ter olhado!

E assim prosigo, sempre audaz e errante,
Vendo, o que mais procuro, mais distante,
Sem ter nada – de tudo que já tive…

Quanto mais lanço as vistas ao passado,
Mais julgo a vida – o sonho mal sonhado
De quem nem sonha que a sonhar se vive!…

MÚCIO TEIXEIRA (1857-1926)
Escritor, jornalista, diplomata e poeta brasileiro. Nasceu em Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul. Foi aluno do Colégio Gomes, em Porto Alegre e um dos fundadores da Sociedade Partenon Literário, em 1868. Era cônsul do Brasil na Venezuela em 1889, quando da Proclamação da República. Em 1896 mudou-se para a Bahia, onde tornou-se amigo da família de Castro Alves. Em 1899 passou a residir no Rio de Janeiro com a esposa e seus seis filhos. Ao saber da morte de Vitor Hugo, organizou uma obra em sua homenagem, a Hugonianas, coleção de alguns de seus poemas traduzidos para a língua portuguesa. É patrono de uma das cadeiras da Academia Rio-Grandense de Letras e da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Foi um dos autores mais prolíficos de seu tempo, escrevendo mais de setenta obras, entre ensaios, romances, dramas e biografias.

*Foi mantida a ortografia do livro “Sonetos brasileiros – séc. XVII-XX”, de Laudelino Freire, publicado no Rio de Janeiro por volta de 1914.

SOCIEDADE PARTENON LITERÁRIO HOMENAGEIA SERAFIM DE LIMA FILHO

CONVITE

O ano era 1997. Em Porto Alegre, numa residência do bairro Partenon, um grupo de intelectuais e simpatizantes da causa literária começou a se reunir visando o restabelecimento da associação literária considerada o símbolo da literatura gaúcha: O bravo e respeitado Partenon Literário. Liderada por Serafim de Lima Filho, a renomada instituição voltou a funcionar encontrando eco nos seus ideais e pronta para dar sua colaboração em prol do enriquecimento da nossa literatura.

Serafim de Lima nasceu na localidade de São Manoel, distrito de Cruz Alta, sendo filho de Serafim Francisco de Lima e de Acelina Gomes. Desde cedo aprendeu o ofício de tipografia e impressão, trabalhando depois no jornal “A Hora” e no “Diário Oficial do Estado”. Depois de aposentado se dedicou à reativação do Partenon Literário. E Se hoje estamos realizando palestras, transferindo conhecimento, animando saraus e publicando livros, deve-se muito a ele, que sempre acreditou neste sonho.

Este é o personagem que iremos homenagear às 19h do dia 31 de maio, terça-feira, na sede administrativa do Partenon Literário (Rua Plácido de Castro, 154 – Porto Alegre).

A atual diretoria, numa decisão histórica, irá concretizar esta homenagem justa e vitalícia. Sendo assim, convidamos todos os sócios para prestigiar esta homenagem através da Entrega do título de Presidente de Honra do Partenon Literário a Serafim de Lima Filho. Também durante o evento será apresentado em primeira mão o Hino oficial do Partenon Literário, com letra de Carlos Rampanelli e música de Antonio Frizon.

Aguardamos sua presença neste dia especial para todos nós.

APOIO:
Jornal RSLetras – Instituto Cultural Português – Instituto Cultural Lobo da Costa – Academia Letras Brasil – ALAPOA

ADEUS MOACYR SCLIAR

Dizem que os imortais nunca morrem. E nesta verdade cegamente acreditávamos. A Academia Brasileira de Letras declarou que o escritor gaúcho Moacyr Scliar era imortal a partir de seu ingresso naquela conceituada instituição. Só esqueceu de combinar esta moção junto aos desígnios superiores.

Scliar faleceu neste domingo, 27 de fevereiro de 2011, depois de um período de coma, em que lutou bravamente pelo bem maior que é vida. A noticia se espalhou rapidamente pelo estado, deixando entristecidos seus leitores e todos aqueles que reconheciam a sua importância para a cultura rio-grandense.

Como presidente atual da Sociedade Partenon Literário, reconheço que Scliar teve um papel importante para nossa instituição quando proferiu uma palestra histórica atendendo a convite do ex-presidente Serafim de Lima. E isto numa época em que ainda se estabelecia o processo de reativação e fortalecimento do Partenon. Agradecemos profundamente escritor imortal sua contribuição para nossa entidade pioneira e espero que este agradecimento chegue até à dimensão em que agora te encontras.

Pessoalmente tive dois encontros com o mestre da literatura. Primeiro em 2004, quando ele era Patrono e parou para conversar comigo num dos corredores da Feira do Livro de Porto Alegre. Depois em 2008, novamente na Feira do Livro, quando pedi para que ele posasse para uma foto que deixo abaixo como uma imagem que guardo até hoje no meu acervo.

Sua partida nos demonstra a grande verdade de que a vida é muito perene. Mas muitos fazem dela uma lição de dignidade, de amor e dedicação ao conhecimento como é o caso de Moacyr Scliar. Adeus Escritor. Sua obra é imortal!

Benedito Saldanha
Membro da Academia de Letras do Brasil
Presidente da Sociedade Partenon Literário

SITE OFICIAL DA SOCIEDADE PARTENON LITERÁRIO

Amigos e simpatizantes da Sociedade Partenon Literário:

Um novo horizonte surge com a entrada no mundo virtual em definitivo do Site oficial da Sociedade Partenon Literário, ferramenta fundamental para nosso intento de divulgação e proliferação dos nossos ideais de cultura, conhecimento e valorização de nossas atividades.

Link do site: http://www.partenonliterario.com.br

Benedito Saldanha
Presidente da Sociedade Partenon Literário

***

“É dos meus olhos que essa luz se exala,
Ou recolho os seus raios na retina?
E no silêncio, em que minha alma fala,
Vibra uma interna música divina.”

(Alma Nua – Múcio Teixeira)

VOZES POÉTICAS IBEROAMERICANAS – 23 de novembro de 2010

CONVITE

A Sociedade Partenon Literário convida para o evento “Vozes Poéticas Iberoamericanas”, sessão de leitura de poesia dos países da Península Ibérica e da América Latina, idealizado pelo poeta, editor e pesquisador portoalegrense Paulo Bacedônio.

A sessão de leitura será coordenada por Paulo Bacedônio e terá a participação especial de César Pereira, Floreny Ribeiro e Marinês Bonacina, que apresentarão, entre outros, poemas de: Alceu Wamosy (Brasil), Pablo Neruda (Chile), José Martí (Cuba), Luís Cernuda (Espanha), Manuel del Cabral (República Dominicana), Carlos Saraiva Pinto (Portugal), María Montero (Costa Rica), José Asunción Silva (Colômbia), Oscar Cerruto (Bolívia), Alfonsina Storni (Argentina), Juana de Ibarbourou (Uruguai).

LOCAL: Sala de Pesquisa – 2º. andar

Centro Cultural CEEE-Erico Verissimo

Rua dos Andradas, 1223 – Centro

Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Brasil

DATA: 23 de Novembro de 2010

HORÁRIO: 19h

ENTRADA FRANCA

Parceiros Culturais: Sociedade Partenon Literário, Academia de Letras e Artes de Porto Alegre, Instituto Cultural Português, Academia de Letras do Brasil e Casa do Poeta Latinoamericano

SARAU POÉTICO ESPECIAL DA SOCIEDADE PARTENON LITERÁRIO

A Sociedade Partenon Literário convida:

Declamação de poesias de Álvares de Azevedo, Lobo da Costa e outros ícones do Romantismo

Dia: Sábado, 24 de julho de 2010
Horário: 11:00hs
Onde: Letras & Cia Livraria-Café
Av. Osvaldo Aranha, 444
Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Sorteio de livros para a plateia

Entrada Franca

MINHA MUSA

Minha musa é a lembrança
Dos sonhos em que eu vivi,
É de uns lábios a esperança
E a saudade que eu nutri!
É a crença que alentei,
As luas belas que amei
E os olhos por quem morri!
Os meus cantos de saudade
São amores que eu chorei,
São lírios da mocidade
Que murcham porque te amei!
As minhas notas ardentes
São as lágrimas dementes
Que em teu seio derramei!
Os astros do teu verão,
A languidez de teus olhos
Inspiram minha canção…
Sou poeta porque és bela,
Tenho em teus olhos, donzela,
A musa do coração!
Se na lira voluptuosa
Entre as fibras que estalei
Um dia atei uma rosa
Cujo aroma respirei…
Foi nas noites de ventura,
Quando em tua formosura
Meus lábios embriaguei!
E se tu queres, donzela,
Sentir minha alma vibrar

Solta esta trança tão bela,
Quero nela suspirar!
E dá repousar-me teu seio…
Ouvirás no devaneio
A minha lira cantar!

Leitura de Poesias por Paulo Bacedônio e Benedito Saldanha
Espaço aberto para leitura de poesias do público presente

Manuel Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, 25 de abril de 1852) foi um escritor da segunda geração romântica (Ultra-Romântica, Byroniana ou Mal-do-século), contista, dramaturgo, poeta e ensaísta brasileiro, autor de Noites na Taverna.
Filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo (1847) para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde desde logo ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental.
Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849); fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos.
Não concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo, falecendo aos 20 anos. A sua obra compreende: Poesias diversas, Poema do Frade, o drama Macário, o romance O Livro de Fra Gondicário, Noites na Taverna, Cartas, vários Ensaios (Literatura e civilização em Portugal, Lucano, George Sand, Jacques Rolla), e a sua principal obra Lira dos vinte anos (inicialmente planejada para ser publicada num projeto – As Três Liras – em conjunto com Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães). É patrono da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras.
Atualmente tem suscitado alguns estudos acadêmicos, dos quais sublinham-se “O Belo e o Disforme”, de Cilaine Alves Cunha (EDUSP, 2000), e “Entusiasmo indianista e ironia byroniana” (Tese de Doutorado, USP, 2000); “O poeta leitor. Um estudo das epígrafes hugoanas em Álvares de Azevedo”, de Maria C. R. Alves (Dissertação de Mestrado, USP, 1999).
Suas principais influências são: Lord Byron, François-René de Chateaubriand, mas principalmente Alfred de Musset.
Um aspecto característico de sua obra e que tem estimulado mais discussão, diz respeito a sua poética, que ele mesmo definiu como uma “binomia”, que consiste em aproximar extremos, numa atitude tipicamente romântica. É importante salientar o prefácio à segunda parte da Lira dos Vinte Anos, um dos pontos críticos de sua obra e na qual define toda a sua poética.
É o primeiro a incorporar o cotidiano na poesia no Brasil, com o poemas Ideias íntimas, da segunda parte da Lira. Foi muito lido até as duas primeiras décadas do século XX, com constantes reedições de sua poesia e antologias. As últimas encenações de seu drama Macário, foram em 1994 e 2001.

CAMPANHA PELA RECONSTRUÇÃO DO BUSTO DE APOLINÁRIO PORTO ALEGRE

O desaparecimento do Busto em homenagem a Apolinário Porto Alegre, da Praça Argentina, demonstra o desrespeito não só à memória deste grande escritor gaúcho, mas também um desrespeito ao Patrimônio Público.
A Sociedade Partenon Literário, ciente da importância e gravidade desta situação inicou a partir de 29 de agosto de 2009 uma “Campanha pela reconstrução do Busto de Apolinário Porto Alegre”, principal fundador desta entidade no ano de 1868.
Cooperem com esta iniciativa.
Todo o apoio é fundamental.

Informações com Benedito Saldanha, Presidente da Sociedade Partenon Literário: Telefone: 51 9636 6540

E-mail: expressodasletras@yahoo.com.br

REUNIÃO CULTURAL DA SOCIEDADE PARTENON LITERÁRIO

CONVITE

A Sociedade Partenon Literário convida para o evento “Reunião Cultural com a apresentação de Antônio Frizon e homenagem ao ilustre partenonista Hugo Ramirez”

Durante o Evento haverá a posse de dez novos sócios e a entrega do título de sócio honorário a personalidades.

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Local: Câmara Municipal de Porto Alegre (Plenário Ana Terra)
Porto Alegre – Rio Grande do Sul
Dia: 22 de Dezembro de 2009 (terça-feira)
Horário: 14hs

ENTRADA FRANCA

Divulgação: expressoletras@yahoo.com.br