VOZES POÉTICAS UNIVERSAIS: POESIA EUROPEIA E ASIÁTICA

CONVITE

A Casa de Cultura Mario Quintana apresenta o terceiro espetáculo do projeto VOZES POÉTICAS UNIVERSAIS 2010, idealizado e coordenado pelo poeta, editor e pesquisador gaúcho Paulo Bacedônio.

O projeto compreende uma série de cinco espetáculos bimensais, sendo este o terceiro, temático sobre a Poesia Europeia e Asiática, com a leitura de poemas de poetas clássicos e contemporâneos nascidos nestes dois continentes.

O espetáculo tem como convidados especiais a poetisa Floreny Ribeiro e o músico Vitor Bitencourt.

Destaca-se ainda que será editado especialmente para este espetáculo o livro de bolso Seis poetas europeus, em uma edição semiartesanal e numerada, que será sorteada para o público.

Os próximos espetáculos apresentarão a Poesia da África, da Oceania, das Américas do Sul, Central e do Norte.

O QUÊ: POESIA EUROPEIA E ASIÁTICA – Terceiro espetáculo do projeto Vozes Poéticas Universais 2010
QUANDO: Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010, às 19horas
ONDE: Quintana’s Bar / Acervo Mario Quintana – Mezanino
Casa de Cultura Mario Quintana
Rua dos Andradas, 736
Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil

ENTRADA FRANCA

Apoio Cultural: Instituto Cultural Português, Academia de Letras do Brasil e Casa do Poeta Latinoamericano

–––––––––

Paulo Bacedônio (1974). Poeta, artista plástico, editor e pesquisador. Nasceu em Porto Alegre (RS), Brasil. Principais obras: Embrionário (1996); Livro cálido (2005); 7 poemas cálidos (2006); vagasAvapor (2008); Quatro poemas bilíngues, edição em português e espanhol (2010). Participou pessoalmente dos V, VI e XVI Congressos Brasileiros de Poesia, em Bento Gonçalves/RS (1997/1998/2008), do 1º Encontro Internacional de Poesia, em Jaguarão/Brasil e Rio Branco/Uruguai (1998) e do 6º Encontro Internacional de Escritores, em Tinogasta/Argentina (2010); e participou também da VII Bienal Internacional de Poesia Visual/Experimental do México (2001), do 5º A. V. Text-Fest, Festival de Literatura Experimental, em Mexicali/México (2002), do 5º Encontro Internacional de Poesia Visual, Sonora e Experimental, em Buenos Aires/Argentina (2002), da XIII Mostra Internacional de Poesia Visual, em Bento Gonçalves/Brasil (2008) e da EX!POESÍA – 1ª Bienal de Poesia Experimental de Euskadi, em Euskadi/ Espanha (2008). Participou de exposições de pintura, desenho, gravura, livro de artista, poesia visual e arte postal no Brasil e em vários países dos cinco continentes. Recebeu prêmios e distinções pelo seu trabalho em prol da arte.

Blog Farolante, de arte e cultura: https://farolante.wordpress.com

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  1. Um Bom Dia
    Gosto de poesia. Gosto de a ouvir e ler. E porque sinto o mundo faço uns sarrabiscos. Aonde é que está a Europa?

    AO MEU PORTUGAL

    Triste o destino de um País.
    Que não tem filhos e perdeu os pais.
    E que ao jugo de negros destinos.
    Já não canta seus hinos.
    Ao seguir os gritos de igualdade.
    Que somente fecundaram deslealdade.
    E um fosso abissal, entre a Nação e os políticos.
    Que sem quaisquer preceitos éticos.
    Criaram em Portugal abismal fosso de desigualdade.
    Num viver sem política nacionalidade.
    Maldito Politizar.
    Sem a Nação ajuizar.
    Nem o País respeitar.
    Mundo controverso e politicamente manhoso.
    Aberto ao inferno do tinhoso.
    Num todo de maldade.
    E política instabilidade.
    Portugal! Caíste um danoso reviralho.
    Numa revolução que não te dará agasalho.
    Mas encher-te-á de fome e de desempregados.
    Em triste mundo de retornados.
    Peitos secos e esfomeados.
    De tantos escamoteados.
    Em traiçoeiro correr a político aproveitar.
    Num inferno de governos sem nacional projecto.
    Nem Pátrio afecto.
    Portugal! Como te deixaste levar?
    Por este gritante traiçoeiro enlevar.
    Por esta gritante política maternidade.
    A fecundar precariedade.
    Malfadado político egoísmo.
    A afundar Portugal em negro abismo.
    Dias de morte em cantada falsa liberdade.
    Politizados ao assassínio da Portugalidade..
    Neste cruel cair na desonra e mentira.
    É um ver quem mais do erário tira.
    Num pandemónio de partidarismos.
    Feitos de nulos patriotismos.
    Que vão desonrando a Lusa bandeira.
    E negando a Pátria fronteira.
    Mas enriquecendo economicamente a política sociedade.
    Que sem moralidade nem equidade.
    Se auto financia nas leis que em seu favor vão instituindo.
    E na forma como as populações vão espremendo e punindo.
    De crise em crise, como se a culpa, fosse das populações.
    E não das fraudulentas especulações.
    Que as políticas vão autorizando
    E até mesmo legalizando.
    Na fornalha dos paraísos fiscais.
    Criados ao proteccionismo da finança e seus chacais.
    Portugal! Desonras o erigido.
    Neste politizar fingido.
    Matando assim duas vezes os heróis da Portuguesa Nação.
    O Conquistador da fundação.
    O verdadeiro Libertador.
    O Real conquistador.
    Que, com a sua espada e diplomacia inteligente.
    Deu a Portugalidade à Lusa Gente.
    Ao fazer de um condado, uma Nação independente.
    Um País por todos reconhecido.
    Que ao mundo, mostrou ser merecido.
    Quando no saber do Infante o Navegador.
    De Guimarães, dobrou o bojador.
    E sempre com a Cruz de Cristo nas Alvas velas.
    Seguiu mar fora em suas caravelas.
    E não tarda! É o tenebroso vencido!
    Entra Portugal no Indico! Até então desconhecido.
    O cabo das tormentas foi dobrado!
    Passa a ser o cabo da boa esperança.
    Ao mundo Portuguesa herança!
    Assim o mundo, dá novo brado!
    Daí à Índia, é um pouco mais de vento.
    E a continuidade do Luso alento.
    Portugal! Quanta honraria.
    Meu Deus! Virgem Maria.
    Por todo o planeta a Pedra de Portugal ergue o seu Padrão.
    Como Divino Clarão.
    A anunciar à planetária comunhão e aproximação.
    Na égide de uma nova planetária relação.
    Portugal! Depois de tanto conseguido.
    E por todo o planeta tanto valor erguido.
    Como te deixaste cair nesta abrilada?
    Nesta nefasta cilada.
    Para passares de campeão.
    A um miserável peão.
    Ao jugo de uma Europa politicamente enfraquecida.
    E sem projecto político que a dê enriquecida.
    De uma Europa, a viver de postais ilustrados.
    E dos ecos dos passados brados.
    De uma Europa desmilitarizada.
    E socialmente politicamente martirizada.
    Devido a uma política socialmente desenraizada.
    Das verdadeiras necessidades.
    De quem vive as actuais instituídas dificuldades.
    Mas em contra partida!
    Porque as políticas lhes dão guarida.
    Vêem-se os políticos com rápidas e milionárias reformas.
    Instituídas e estabelecidas por políticas normas.
    Meu Deus! Que vergonha! Nojento proteccionismo.
    Desta política de infame sectarismo.
    Que em político favoritismo.
    Cria infernal desordem social e populacional descontentamento.
    Entre as gentes, que descriminadas, vão gritando o seu lamento.
    Europa! Teus castelos vão ruir.
    Pois já não sabes construir.
    Vives na grandeza.
    E na extrema pobreza.
    Numa Europa a duas velocidades.
    Ao sabor das partidárias políticas veleidades.
    Que cegas não vêem as Europeias realidades.
    Em fim, numa Europa sem política nem justiça.
    A instituir-se de forma bizarra e castiça.
    Enquanto vai instituindo catastrófico.
    E não menos maléfico.
    Fosso social entre as populações.
    E até mesmo entre as Nações.
    Portugal! Toma mão no teu seguir.
    Mas olha! Com esta gente, não vais conseguir.
    Olha para o que tinhas! E vê o que tens!
    E será? Que o pouco que te resta manténs?
    Ou serás? Com mais impostos sacrificado?
    E ao jugo desta ruinosa política crucificado.
    Para que os políticos, sem qualquer valimento.
    Mantenham o seu político sustento.
    Enquanto tu, trabalhador! Vives sempre em social agravo.
    A trabalhar que nem um escravo.
    Miserável serventia.
    Sem sopro de valentia.
    Político mundo de falaciosos prometimentos.
    Sem concretos valimentos.
    A boiar num parlamento de ditos controversos.
    Que pelas bancadas vão saltando dispersos.
    Entre políticos que no parlamento, nunca deram uma palavra.
    Que autentica-se a sua política lavra.
    Mas neste mundo viciado.
    Eles batem palmas e gritam apoiado.
    Como obedientes neófitos ao partido filiados.
    Mas em dois mandatos de aplausos políticos.
    Porque para estes afilhados, os políticos não são semíticos.
    Conseguem a reforma por inteiro.
    Em autentico saque ao público mealheiro.
    Abril aonde enterraste a liberdade?
    Uma liberdade de direito sem marginalidade.
    Aonde deixaste a igualdade?
    De social dignidade.
    Diz-me? Aonde ficou a solidariedade?
    O respeito por quem trabalha.
    E infelizmente, nesta nova política nada amealha.
    Tudo vai para a crise e seus mentores
    Para estes políticos, sem quaisquer nacionais valores.
    Neste País incendiado.
    E politicamente extraviado.
    Com uma justiça incoerente e manhosa.
    E uma saúde tardia e vergonhosa.
    Num ensino sem educação.
    Mas com muita bélica armação.
    Tristeza progresso.
    Facultai-me a porta do regresso.
    Ao passado que foi mais justo.
    Sem tanto político fausto.
    Portugal! O teu Império saquearam!
    Com traiçoeiras armas que armaram
    Mas o Luso falar! Esse não anularam!
    Porque as armas eram viciadas.
    E criminosamente municiadas.
    Por quem não lutava para o bem das populações.
    Mas sim! Para obter os bens das suas possessões.
    Portugal! Sempre foste um País de serviços.
    Hoje, infelizmente, restas um país de políticos vícios.
    Com a politicagem a viver e a comer imperialmente
    Anafada e contente.
    Como se tivesse-mos um império milionário.
    O todo planetário.
    Mas o trabalhador! Esse coitado, verga-se desgraçado.
    Ao imposto do político império forçado.
    Vegeta pelo político kafequiano império escravizado.
    E na justiça do político império, deambula martirizado.
    Portugal! Não te deixes amesquinhar!
    O Luso Padrão! Ainda é pedra a brilhar!
    E o Luso falar! Ainda é planetário cantar!
    Por todo o planetário altar.
    Portugal! Os Americanos tiveram coragem!
    E fizeram a sua lunar viagem.
    Também passaram os seus tormentos!
    Sentados em sofisticados instrumentos.
    Mas tu, Portugal! Foste ao mundo!
    Pelo mar profundo.
    Em tosca caravela.
    Com a Cruz de Cristo na tua Lusa alva vela.
    E com um Portugal valente
    Ao abraço de mais planetária gente!
    Eduardo Dinis Henriques

    Cordiais cumprimentos
    Eduardo
    http://muitopioresqueosfilipes.blogspot.com


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